De playground reformados a lixeiras sonoras

Hoje meu post é curto, dado que seu conteúdo pode ser conferido na edição de julho/2010 da Revista Página 22, da FGV, cuja entrevista concedi à jornalista Amália Safatle.

Confira aqui.

One Response to “De playground reformados a lixeiras sonoras”

  • Olá Aerton,
    Brilhante a entrevista! Me senti provocada pela ideia de simplificar e deixar mais pragmáticas nossas relações com fornecedores (e clientes) e fiquei pensando em como (ou quando) as baixas condições de trabalho na Ásia trarão resultados econômicos negativos. O caso da Foxconn talvez seja um contraexemplo.
    Abraço,

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