Criando portfólios sustentáveis

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A gestão de portifólio “by the book” tem o potencial de abranger práticas e quesitos de sustentabilidade mesmo quando inserido em contextos “tradicionais” e resistentes às mudanças.

Os processos de gestão de portifólio apontam resumidamente para os propósitos abaixo.

Algumas formas de como abranger aspectos da sustentabilidade são descritas ao lado.

As proposições parecem simples, mas a ação é bastante delicada e exigirá do gestor sensibilidade para aplicá-las.

Propósito Como inserir sustentabilidade
Identificação Criar uma lista com informações dos componentes Considerar aspectos como impactos na cadeia produtiva, geração de resíduos e consumo de recursos naturais como energia e água. Usualmente são consideradas apenas horas ou custos mínimos
Categorização Agrupar componentes a fim de criar filtros e facilitar a tomada de decisão Considerar a sustentabilidade na análise de risco, de competitividade, nas obrigações legais, em melhorias contínuas e outros aspectos que fazem parte do planejamento estratégico
Avaliação Reunir informações dos componentes com o propósito de compará-los, selecioná-los e priorizá-los Pontuar os componentes com critérios e pesos maiores aos quesitos sustentáveis como, por exemplo, maior potencial em reduzir consumo de energia, menor geração de gases efeito estufa, melhor distribuição de renda ou maior geração de empregos
Seleção Produzir uma lista de recomendações de componentes A linha de corte pode apontar para a um patamar mínimo de atuação “sustentável” da organização
Priorização Localizar os componentes nas estratégias e nas categorias, pontuando-os de acordo com os critérios de avaliação estabelecidos anteriormente Pode-se atentar aos critérios de sustentabilidade. É um erro concentrar muitos componentes focados em redução de resíduos sólidos e pouco atuantes nas questões da geração de renda à comunidade ao entorno, por exemplo
Balanceamento Estabelecer um mix de componentes que potencialize coletivamente as iniciativas estratégicas da organização Muitas situações podem ser evitadas com um bom processo de balanceamento. Por exemplo, o “marketing verde”, algumas empresas focam em ações de comunicação, mas que na verdade poucos fazem por isso

Inquietações e sustentabilidade – como gerenciar?

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A competitividade exige que mudanças organizacionais aconteçam cada vez mais rapidamente. No âmbito de projetos, um dos vários efeitos é o imediatismo nas implementações. Isto já não atende a todas as necessidades e pode gerar outras conseqüências indesejadas. Os projetos, muitas vezes, são concebidos no calor da necessidade da tomada de decisão com maior inquietação em resolver problemas e menor preocupação com a perenidade dos valores da organização a longo prazo e com os ganhos do projeto. Read the rest of this entry »

Sobre

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Estamos em uma era de mudanças e em especial de preocupação com a sustentabilidade. A gestão de projetos tem o potencial de nos ajudar a realizar mudanças sustentáveis.
A proposta deste blog é estimular e aprofundar o diálogo sobre o assunto. Trarei questões para estimular a reflexão e me proponho a compartilhar as experiencias pessoais e as que tenham sido vivenciadas pelos colegas gestores e demais pessoas interessadas nesta fascinante relação entre Mudanças Organizacionais e Gestão de Projetos, de Programas ou de Portifólio.
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Boa leitura.
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